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A morena e o infinito
Morena,
que vem e reclama por este poema
mantendo tão vivo também meu dilema!

Morena tão linda de corpo e sorriso
que tanto eu invoco pra o meu sentimento.
Se antes eu fosse a luz deste sol,
que envolve em lençol quando amanheces,
- seria carinho vestido em calor
a luz pra num beijo povoar-te em amor!

Morena, 
que sonho bendito, habita e castiga o meu pensamento!

Lamento...lamento...lamento e assim
eu sendo espinho do que é teu jardim,
queria não mais nalgum codinome
chamar-te por nome de morena-flor.

Então aos olhos dos outros,
seria não mais que um n infinito...
talvez destas tantas daqui do universo!
Porém para mim o único par
o ser singular povoando meu verso.


Marcio Nunes Corrêa

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